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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

UMA FOTO HISTORICA


Pedro Ortaça, Reduzino Malaquias e Reinaldo Malaquias. Ao fundo o rancho do Cenair Maicá em São Miguel das Missões. 1976.
Pedro Ortaça, Reduzino Malaquias e Reinaldo Malaquias. Ao fundo o rancho do Cenair Maicá em São Miguel das Missões. 1976.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

COMO USAR CORRETAMENTE O FREIO-BRIDÃO

 COMO USAR CORRETAMENTE O FREIO-BRIDÃO

*Lúcio Sérgio de Andrade

Como o próprio nome sugere, o freio-bridão é uma embocadura de transição, entre o bridão e o freio convencional. O modo de usar é mais complexo em relação ao do bridão. Enquanto o bridão é embocadura de apenas um efeito principal, atraves da pressão do bocal nas comissuras labiais, o freio-bridão é embocadura de dois efeitos principais, pois além do comando das rédeas acionar o bocal pressionando as comissuras labiais, também pressiona a barbela no queixo.
O bocal é articulado, atuando como um bridão, em ação uni ou bilateral, pressionando as comissuras labiais. Ao contrário do bridão, o bocal não é fixado em olhais, de forma redonda ou em D. O bocal é fixado em hastes, como no freio convencional. As hastes exercem o efeito alavanca. Mas o efeito alavanca não atua sobre o palato, porque o bocal não é fixo e de curvatura, como no freio convencional. A cada comando de rédeas as hastes atuam como duas alavancas pressionando a barbela no queixo. Para que haja a pressão correta, tanto do bocal nas comissuras labiais, como da barbela no queixo, é necessário o ajuste correto da barbela, tendo como referência a folga de um dedo entre a corrente e o queixo. Se a corrente é apertada, rente ao queixo, a pressão será muito forte, ao ponto de causar ferimento, além de defeitos na postura da cabeça. Se a corrente é muito folgada, a pressão será muito forte nas comissuras labiais e minima, ou nula, no queixo.  

Postura correta da cabeça, com o focinho apontado ao solo, a nuca corretamente flexionada. O freio-bridão é uma boa embocadura para desenvolver a postura correta da cabeça.
O grau de severidade da ação do freio-bridão dependerá da espessura do bocal, do comprimento das hastes, da espessura e abertura dos elos da corrente da barbela.
Freio-bridão de ação branda – bocal de espessura em torno de 2,0cm; hastes curtas e inclinadas; corrente de elos grossos e grandes, de diâmetro acima entre 1,5 a 2,0cm.
Freio-bridão de ação moderada – bocal de espessura em torno de 1,5cm; hastes retas, de comprimento em torno de 3,0cm; elos grandes, de diâmetro entre 1,0 a 1,5cm.
Freio-bridão de ação severa – bocal de espessura em torno de 1,0cm; hastes retas, de comprimento acima de 3,0cm; elos finos e pequenos, de diâmetro em torno de 1/2cm.
O processo do moderno adestramento do cavalo de marcha é gradual e progressivo, na seguinte sequência: doma de chão (charreteamento) com o hackamore; doma de cima (primeiras montadas com o hackamore); transição para o bridão, emu so combinado com o hackamore; transição o freio-bridão, emu so combinado com o hackamore; transição para o freio convencional de estágio 1, transição para o freio convencional estágio 2. Caso o cavalo também for utilizado em provas funcionais o correto é fazer uma terceira e ultima transição de embocaduras, para o freio convencional estágio 3.
A ação do freio-bridão, de efeitos principais duplos, favorece o flexionamento da nuca, ao contrário do bridão, que tem ação elevatória da cabeça, não sendo embocadura indicada para ceder a musculatura da nuca. Todavia, em mãos brutas, ou inexperientes, o freio-bridão pode desenvolver defeitos de postura da cabeça, tanto de cabeça muito elevada e ponteira, como de cabeça “encapotada”. Assim, o excesso de pressão da barbela no queixo tanto pode “encapotar”, como também manter a cabeça muito elevada, não corrigindo em nada a ação elevatória do bridão.
O cavaleiro deve segurar as duas redeas, e não uma em cada mão, como no caso do fridão, pois a ação do freio-bridão é mais do tipo indireta do que direta. O cavalo deve virar para ambos os lados com o queixo travado na barbela. Quanto mais flexionado na nuca e pescoço, mais suaves serão os comandos de rédeas nas viradas.
O freio-bridão não deve ser confundido com o uso simultaneo do freio e do bridão em cavalos de Adestramento Clássico, que são equitados com quatro rédeas. Estes cavalos exigem um grau maior de reunião, sendo que o freio controla os deslocamentos mais refinados, e o bridão controla os deslocamentos de maior amplitude de passadas.
Assim como no caso do bridão, o uso muito prolongado do freio-bridão em cavalos treinados para concursos de marcha pode desenvolver o desagradavel defeito do excesso de apoio na embocadura, prejudicando o conforto da equitação, pois as rédeas são seguras com muita força, alem da dificuldade em refinar os comandos.

Freio-bridão LSA, derivado do modelo conhecido como “Espanhol”, sendo um dos melhores para uso em cavalos marchadores.
Um dos melhores modelos de freio-bridão é mostrado na foto, sendo popularmente denominado de freio-bridão espanhol. O modelo mostrado foi adaptado pelo autor, tendo como referência o modelo original do tipo espanhol. A haste tem quatro niveis de regulagens, de acordo com a força do efeito alavanca. O bocal tem espessura de 1,5cm, para ser de ação moderada. As variáveis serão as mudanças dos pontos de fixação das biqueiras das rédeas na haste. Considerando treinamento diário, a seguinte sequência é orientada, tendo como meta desenvolver a postura correta da cabeça:
Primeira semana - As biqueiras das redeas devem ser fixadas no gancho nivelado com o bocal. Neste ponto o efeito alavanca será nulo, como se o animal estivesse comandado com um bridão;
Segunda semana - As biqueiras das rédeas devem ser fixadas no segundo gancho;
Terceira semana – As biqueiras das rédeas devem ser fixadas no terceiro gancho.
Quarta semana – As biqueiras das rédeas devem ser fixadas na argola da extremidade da haste.
Este procedimento é imprescindivel para um aumento gradual, progressivo, da pressão do efeito alavanca na barbela, e esta no queixo, tendo como resultado o desenvolvimento gradual da flexão da nuca. Ao final de um mes, desde que corretamente equitado, o cavalo cederá a nuca, e poderá ser montado por algum tempo a mais no freio-bridão, em torno de um mes, ou até mais, para consolidar a postura correta da cabeça.
Em seguida o treinador deve fazer a transição para o freio convencional estágio, para dar acabamento ao adestramento e treinamento para Concursos de Marcha, passeios, cavalgadas e, posteriormente, se for o caso, à prática de provas funcionais, porém com freio estágio 2 ou 3, para um melhor controle do animal em movimentos mais radicais.
A foto em seguida mostra o modelo padrão de freio-bridão, que é de uso mais simples em relação ao freio-bridão da foto anterior, pois o ajuste do efeito alavanca pode ser único ou, no máximo, duplo, sendo as biqueiras das rédeas colocadas nas duas argolas inferiores das hastes. Em caso de necessidade do aumento da pressão sobre a nuca uma biqueira auxiliar pode ser fixada na extremidade da haste superior, formando um V.

Freio-bridão padrão, com ajuste único ou duplo das biqueiras das rédeas
O importante é entender o o modo de ação do freio-bridão como uma embocadura de transição, entre o bridão e o freio convencional.
*Lúcio Sérgio de Andrade – Zootecnista, escritor, árbitro de equideos marchadores, Pedidos de livros impressos, livros digitais em CD, DVD’s, CURSOS ONLINE, equipamento para doma e treinamento de cavalos marchadores, através do sitewww.equicenterpublicacoes.com.br


FREIO PARA SEU CAVALO


Dica Referencial - Freio para seu Cavalo

Freio para seu CavaloMuito cavaleiros tem dificuldade em sentir se o freio usado é o equipamento ideal para seu cavalo,a melhor maneira para descobrir é durante o trabalho, observando algumas reações que indicam se o cavalo está confortável com o equipamento.

Um cavalo que reage positivamente ao freio não oferece resistência à ação dele, submetendo-se as pressões sem qualquer tipo de reação,ou seja, toda vez que é submetido a pressões gerando flexionamento de nuca ou pescoço, ou mesmo quando o freio é acionado para qualquer outro comando, o cavalo responde com suavidade.

Todos movimentos realizados contra a pressão do freio, isto é, quando o cavalo balança a cabeça ou abre excessivamente a boca, são indicios de má adaptação ao uso do freio.Normalmente a solução mais usada seria diminuir a ação do freio trocando o mesmo por um embocadura mais branda. É preciso também verificar se a barbela não está muito apertada, o ideal é que caibam 2 dedos entre a barbela e o queixo do cavalo.

A boca do cavalo não deve receber toda a pressão da equitação, pois está deve ser distribuida em outros pontos de sensibilidade do cavalo como costela  e lombo. O contato das pernas com a costela e a postura do cavaleiro na sela, através da posição do corpo são pontos fundamentais para que o cavalo não sinta uma sobrecarga na ação do freio.

Acidentes como corte na lingua, ferimentos nas barras ou no queixo do cavalo, atrapalham e muito a sensibilidade do cavalo. Assim, procure desenvolver o seu trabalho respeitando a sensibilidade que o cavalo tem na boca, cortes e ferimentos são sempre negativos para o progresso de cavalo. Normalmente os acidentes na boca do cavalo são provocado por situações em que o cavaleiro excede a força aplicada ao freio. 

É preciso lembrar que todo ferimento ocorrido na boca do cavalo é causado pela mão do cavaleiro e não pelo freio, portanto é necessario que o cavaleiro saiba de suas limitações, adaptando um freio adequado a sua sensibilidade, quanto mais força na mão mais brando deve ser o freio, o mais importante do que o equipamento é a peça que está atrás das rédeas, ou seja , o próprio cavaleiro, este tem um papel decisivo no progresso do treinamento de um cavalo, devendo sempre aprimorar sua sensibilidade e equitação.



Fonte: Referencial Centro Equestre

O USO CORRETO DO FREIO – A EMBOCADURA PROFISSIONAL


O USO CORRETO DO FREIO – A EMBOCADURA PROFISSIONAL

                                                 *Lúcio Sérgio de Andrade
O freio é a embocadura profissional, aquela que realmente tem condições de ajudar o treinador a explorar ao máximo o potencial do cavalo funcional. O mecanismo de ação do freio é complexo, pois envolve efeitos múltiplos: o bocal pressiona as barras, as comissuras labiais e a lingua; a ponte , ou passador de língua ( curva do bocal ) atua diretamente no palato; a barbela atua no queixo. Esse complexo mecanismo de ação, com base na pressão sobre multiplos pontos de controle da boca, é acionado por outro efeito, conhecido como efeito alavanca, derivado da movimentação das hastes pelos comandos de rédeas. Quanto mais longas e menos inclinadas as hastes, maior tende a ser a pressão. Mas o segredo do uso correto do freio é sutil, pois está no ajuste da barbela. Deve ser ajustada com a folga da largura do dedo indicador. Assim, quando as rédeas são acionadas, o bocal encosta no palato simultaneamente à pressão da barbela no queixo, travando o bocal. Se a barbela estiver muito apertada, o primeiro e principal efeito será o da pressão da barbela, causando grande desconforto. Ao contrário, se a barbela estiver muito folgada, o bocal “risca” o palato, causando desconforto e até mesmo ferimento. Em ambas as situações o cavalo mostrará atitudes relacionadas à postura de cabeça que indicam tentativa de fuga ao desconforto.

Figura – partes constituintes do freio

Saber escolher um freio é uma ciência, quanto ao conhecimento das partes do equipamento e da morfologia das partes constituintes da boca. O modo de ação das partes componentes do freio é variável. Por exemplo, o bocal pode ser brando, as hastes severas e vice-versa; o bocal pode ser brando na espessuara e moderado na altura; as hastes podem ser severas no comprimento, mas moderadas na inclinação, dentre outros exemplos de interação. O modo de ação do freio é mais complexo do que o bridão, porque atua sobre dois outros pontos de controle, o palato e o queixo. Em adição, a ação do freio sobre a nuca é bem mais eficaz. Se o bridão exerce ação elevatória da cabeça, o freio atua ao contrário.
Assim como o bridão, o freio também pode apresentar diferentes graus de severidade em sua ação: branda, moderada, severa. Sem considerar as possíveis ações integradas entre as partes, temos as seguintes referencias de medidas:
Comprimento da haste inferior -  sendo até duas vezes o comprimento da haste superior o efeito alavanca varia do brando a moderado. Ao contrário, quando exceder a duas vezes o comprimento da haste superior, o efeito alavanca será de moderado a severo, dependendo do grau de inclinação.
Inclinação da haste inferior – Angulo de 90 graus é o grau menor possivel, indicando efeito alavanca suave. Angulo de 180 graus ( haste reta ) é o grau máximo possível, indicando efeito alavanca forte. Angulo intermediário indica efeito alavanca moderado.
Articulação da haste – Quando fixa no bocal o freio é mais severo. Quando articulada, rotaciona no bocal, antes do inicio da pressão. A força que chega nos pontos de controle será menor.
Altura da ponte, ou passador de língua ( curva do bocal ) - abaixo de 2,0cm – ação branda; de 2,0 a 3,5cm, ação moderada; acima de 3,5cm, ação severa.
Formato do bocal – Mais fechado ( em forma V ), tende a ser mais severo do que mais aberto ( em forma de U ). Em meia-lua, é o mais brando. Interessante ressaltar que tanto a altura quanto o formato da curvatura do bocal dependem da altura e área do palato. Em muitos casos, um freio de bocal baixo pode não estar atuando sobre um palato muito alto. Em outros casos, um freio de bocal com altura mediana pode estar exercendo pressão extrema, por ser o palato muito baixo e estreito. Assim, recomenda-se uma avaliação do palato antes da escolha do freio.
Espessura do bocal – até 1,0cm, ação severa; entre 1,0 a 1,5cm, ação moderada; acima de 1,5cm ação branda
Espessura da barbela – quando mais fina a barbela, mais severa será a sua ação.
Barbelas fixas ou soltas – No primeiro caso, as duas hastes estão unidas. O freio será mais severo, pois o efeito alavanca exerce um tranco na região mandibular, além da pressão nos pontos multiplos de contole.

Fotos – Modelos de freios colombianos utilizados em cavalos marchadores da raça Paso Fino nos Estados Unidos. Notar que são mais severos em relação aos modelos utilizados para cavalos marchadores brasileiros. A explicação é que para determinados andamentos marchados é necessário um grau acentuado de reunião.


Os sinais de resistência contra a ação do freio são vários:
- Cabeça demasiadamente elevada: Esta postura inadequada também pode ser causada pelo direcionamento convexilineo da região inferior do pescoço, o que geralmente também está associado à má inserção ao tronco. O cavalo trabalha adiante da embocadura. Há tendência à elevação excessiva dos membros anteriores.
- Cavalo “ponteiro”, quando lança o focinho adiante: É uma postura que também pode ser provocada pela má flexão da nuca. O cavalo também trabalha adiante da embocadura. As paradas, recuo e transições são dificultadas;
- Cabeça demasiadamente baixa, focinho próximo ao tórax: É o ato de “encapotar. O cavalo trabalha atrás da embocadura, dificultando a mobilidade das espáduas, braços e antebraços. Há excesso de peso sobre os membros anteriores e leveza ao extremo para os membros posteriores, impossibilitados de engajarem-se sob a massa corpórea na produção mais eficiente da força de impulsão.
- Pendular a cabeça: Também pode ser indicativo de cavalo inquieto.
- Falta de alinhamento da cabeça e pescoço: É o chamado cavalo que “torce pescoço” pode ser reação à embocadura, deficiencia de flexão lateral do pescoço, ou lesão na musculatura do pescoço ( “pescoço flácido” ).
- Boca hiper ativa, abrindo e fechando ou mastigando continuamente o bocal. Esse é um dos problemas usuais. A causa pode ser excesso de pressão sobre areas feridas ou de grande sensibilidade, como é o caso da lingua, nao permitindo que o cavalo engula. A solução corriqueira é usar um fechador de boca, o que não está correto. Recomenda-se a transição para uma embocadura menos severa e mais adequada à condição da boca, ou até mesmo o uso temporário de um hackamore.
De acordo com experiências práticas dos mais renomados fabricandes de freios dos Estados Unidos ( MYLER ), a boca é uma região sub-avaliada, talvez porque suas partes não estejam a vista. Cada parte de contato com o freio deve ser previamente avaliada. Por exemplo, se a lingua é larga requer freio de bocal de curvatura larga. Se a lingua é grossa, requer um freio, e não um bridão. Se a lingua está ferida o melhor é usar um freio de bocal alto. O bocal deve encaixar adequadamente no palato. Assim, um freio de bocal alto não necessariamente será severo. Mas quanto mais alto mais próximo da segunda vertebra cervical, que forma a delicada região da nuca, que precisa de flexão e relaxamento a fim de favorecer o posicionamento correto da cabeça ( angulo de 90 graus em relação ao solo )  e a ação eficaz da embocadura.
Somente um cavalo plena e corretamente adestrado é capaz de manter a postura correta da cabeça. Estará preparado para externar o máximo do potencial atlético, especialmente se física e mentalmente integrado com o cavaleiro – flexionado no conjunto de frente, tronco e membros, equilibrado nos deslocamentos e enérgico sempre que solicitado.
Em tudo o que se faz com o cavalo o importante é respeitar a natureza e a individualidade, preservando a integração homem/cavalo. Se há qualquer indicativo de resistência, a causa deve ser identificada e sanada. O cavalo está mentalmente preparado para o trabalho? Amanheceu em um bom dia? Lembre-se que apesar de não apresentarem a instabilidade de comportamento dos seres humanos, por serem criaturas de hábitos definidos, os cavalos também são seres sensíveis. E o arreamento, está correto, ou algo incomoda? A embocadura está bem ajustada e bem adaptada à boca? Os comandos principais de equitação estão corretos? E os comandos auxiliares, estão sendo aplicados adequadamente? Se a resistência á embocadura persistir, não continue o trabalho, sob pena de prejudicar o desempenho e até mesmo do desenvolvimento de vícios crônicos.
A boca, a mente e a constituição óssea muscular. Esse é o trinômio de maior interesse para treinadores de cavalos. A boca, porque deve estar sempre preparada para receber, sem desconforto, a pressão da primeira embocadura, o bridão e, na sequencia, as transições para diferentes modelos de freios, de acordo com as necessidades. A mente, porque nenhum treinador terá sucesso se o cavalo não se apresentar mentalmente condicionado para executar as atividades requeridas. Em adição, cada sinal dos sentidos naturais do cavalo e de reações emotivas, devem ser entendidos pelo treinador. A constituição óssea-muscular deve ser previamente avaliada e cuidada, a fim de que que o cavalo possa atingir o máximo de seu potencial atlético sem danos à integridade física-clinica.
Contudo, não há freio severo em mãos de apurada sensibilidade, comandando cavalos adequadamente adestrados. As rédeas apenas reforçam e controlam os movimentos derivados dos outros dois comandos principais da equitação, as variações na pressão de pernas e assento.
Lúcio Sérgio de Andrade – Zootecnista, com especialização na Texas A&M University - USA, escritor, pesquisador, consultor de haras, instrutor de cursos de aperfeiçoamento técnico.

Cabeçadas e Embocaduras


Cabeçadas e Embocaduras

As cabeçadas são feitas de tiras de coro que são colocadas na cabeça do cavalo e servem para segurar a embocadura – ferro usado na boca dos cavalos – de onde saem as rédeas. As embocaduras podem ser dos cinco tipos seguintes:

                       





Bridão(snaffle)
Tem vários tipos de fins, mas são mais usadas nos desportos hípicos. É leve e articulada no centro, pressionando os cantos da boca;

Bridão de Roller (Snaffle de Roletes), que impede que o cavalo "tome o freio dos dentes"



Freio(bit)
 É utilizado em cavalos de boca mais dura, pois é mais forte e possui hastes laterais com comprimento variável, fazendo mais pressão quanto maior for as hastes, formando uma alavanca mais forte com a barbela; obriga a montaria a baixar a cabeça pois actua sobre o palatino;
Freio dito Hunloko ou globo-chook, é usado com rédias simples



Pelham
Reúne as funções do freio e do bridão; é utilizada com quatro rédeas actuando as duas inferiores como freio e as duas superiores como bridão, formando com a barbela uma alavanca;

Tipo de Pelham que tem um bocado macio, de vulcanite (ebonite), usa-se com quatro rédias e barbela.



Dupla Embocadura
 Usa-se simultaneamente com o bridão e com o freio e com quatro rédeas. É utilizado principalmente no adestramento;


Bridão, (Snaffle) do tipo Magenis, com roletes no bocado para maior controle.



Hack More
 Actua fora da boca do cavalo fazendo pressão no nariz; é de metal e forma uma alavanca ligada a barbela. O controlo do cavalo deve ser equilibrado sem movimentos bruscos, pois é um sistema potencialmente severo. É usado principalmente no Oeste American
 
Bridão com barras faciais fixam a posição do bocado na boca do animal; as "chaves" encorajam o cavalo a insalivar.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO


Olha eu sei q os problemas continuam coisa boas e ruins , nao sou adapto a festas grandes  nem de bebedeiras e comilanças apenas para encher o rabicó  que nada vai acabar coisas boas e ruins, entoa para vc um Feliz ano novo para toda tua familia ok?