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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cuidados na escolha e na colocação de ferraduras


Cuidados na escolha e na colocação de ferraduras

O ferrageamento tem o objetivo de proteger, curar e corrigir o aprumo do pé

Publicado em: 18/10/2011

Colocar ferraduras em um cavalo é decisivo para a vida do animal
As patas dos cavalos são sensíveis. É através delas que o animal tem consciência do terreno em que está pisando, além de oferecer um apoio aos membros locomotores, permitem a amenização das pressões que as extremidade são obrigadas a suportar.
A ferradura modifica as condições mecânicas da região, aumenta a tração dos pés e protege os cascos de rachaduras, corrige defeitos de conformação do casco, as irregularidades da marcha e auxilia no tratamento de inúmeras enfermidades do casco. Para muitas doenças, a ferradura é o único recurso de cura. Ela serve de proteção para o casco e evita o desgaste em excesso.
Em cascos desprotegidos, comumente, verifica-se uma corrosão em todo o bordo plantar, ocasionada pela força do atrito e o choque no solo. Essa situação anula os efeitos do crescimento do casco, proporcionando, quando em excesso, a inutilização do cavalo durante dois ou mais dias.
Como ferrar o cavalo
Mesmo que as ferraduras não estejam gastas, o casco cresce e necessita ser aparado. A ferragem pode ser a quente ou a frio. Na quente, as ferraduras são aquecidas para que o ferrador as ajuste ao casco. A frio, é possível apenas fazer algumas alterações em sua forma.
Ferragem a quente
 - Removida a ferradura antiga, raspa-se todos os fragmentos de casco que estejam soltos, isso permite que se avalie o comprimento da perda do casco em relação à palma.
 - Corta-se a parede do casco em seu devido tamanho, devolvendo-lhe as dimensões que tinha quando o animal foi ferrado pela última vez.
 - Superfícies irregulares devem ser alisadas com a grossa.
 - A ferradura deve ser aquecida ao rubro e dar-lhe forma de bigorna. Neste processo deve-se voltar com ela à forja para ser novamente aquecida, sempre que necessário, pois martelar o ferro pouco quente enfraquece o metal.
 - Ferradura pronta, o ferrador a coloca suavemente em posição contra o casco. Não se abre um encaixe para a ferradura, mas descolorem-se as áreas mais salientes que impedem o devido assentamento da ferradura. Essses lugares devem ser raspados.
 - Terminado as raspagens, a ferradura deve ser arrefecida em água e cravada. O número de cravos não é definido, mas utiliza-se a menor quantidade possível para fixar a ferradura. Usualmente, são quatro no interior e três no exterior.
 - Com a ajuda das tenazes, as pontas dos cravos são torcidas e dobradas.
 - Por fim, as pontas aguçadas dos cravos são limadas e a parede do casco é ligeiramente desbastada na união com a ferradura, reduzindo assim o risco do casco estalar e não se alinhar com o ferro. Todas as saliências devem ser aparadas com cuidado.
              Para avaliar se o trabalho foi bem feito, verifica-se o casco, se ele está simétrico com as paredes interiores e exteriores. O rebordo da ferradura deve estar alinhado com o casco. As extremidades da ferradura devem proteger o fundo dele.
              A ferradura serve de proteção para o casco e evita o desgaste em excesso
              A ferradura deve ser adaptada ao casco, de modo que passe um pouco para fora nas laterais externas e internas, desde o ponto mais largo. Mas apenas o suficiente para que o casco, em sua fase de expansão, não ultrapasse os limites da ferradura. Se ocorrerem muitas sobras, o cavalo pode pisar em cima e arrancar a ferradura, mas o dano será bem menor se o animal arrancar do que se ele trabalhar sobre a ferradura apertada.
              Pode ser feita uma pinça levantada nas anteriores e uma quebrada nas posteriores para melhorar o desempenho e a eficiência do cavalo. Não se deve usar pinça levantada nas posteriores devido ao tipo de movimento destas. A levantada faz com que o cavalo patine, já a quadrada duplica a tração no momento de esforço pesado.
              Um bom ferrageamento é de extrema importância para qualquer cavalo, evita o cansaço desnecessário e as dores musculares.
              O professor Orlando Marcelo Vendramini do curso Aparação de Cascos, Correção de Aprumos e Ferrageamento de Cavalos, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, afirma que quando os cavalos são colocados em estábulos, baias, ou utilizados para trabalhos contínuos, onde quase sempre os pisos são duros, o desgaste do casco é exagerado, e pode chegar a causar lesões profundas no pé.
              Vendramini assegura que a ferradura se torna indispensável quando os trabalhos com os animais são realizados em terrenos pedregosos, em paralelepípedos ou no asfalto. Para se aplicar bem uma ferradura, é indispensável que o ferreiro tenha conhecimento anatômico das partes locomotoras dos equídeos.
              Tipos de ferradura
              A ferradura pode ser de alumínio ou ferro. A diferença maior entre elas é o peso de cada uma. A de alumínio é mais leve e absorve mais o impacto, o que pode dar um maior descanço ao cavalo. Mas a ferradura de alumínio sofre desgaste mais rápido, sendo necessário, às vezes, a troca antes mesmo do casco crescer o suficiente para cortá-las. Os buracos feitos pelas trocas podem prejudicar o casco.
              A ferradura de ferro, apesar de ser mais pesada, tem maior durabilidade e oferece maior sustentação ao casco em caso de correção. A diferença de peso é insignificante para animais em bom estado físico. A escolha da peça deve ser feita de acordo com a necessidade do cavalo.
              Por: Virgínia Maria de Araújo


              Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-criacaodecavalos/artigos/cuidados-escolha-colocacao-ferraduras#ixzz2cim77ZLx

              Ferrageamento bem realizado otimiza as potencialidades do cavalo


              Ferrageamento bem realizado otimiza as potencialidades do cavalo

              Para se aplicar bem uma ferradura, é indispensável que o ferrador tenha conhecimento anatômico e funcional das partes locomotoras dos equídeos

              Publicado em: 14/04/2011

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              O ferrageamento ou ferragem é a aplicação metódica de uma ferradura na parte inferior do casco com o objetivo de proteger, curar ou corrigir o aprumo do pé.
              O ferrageamento era tido, simplesmente, como pregar a ferradura. Antigamente, nem se cogitava questões como aprumo, angulação do casco, tipo específico da ferradura e do cravo, a quantidade de casco a ser retirada, quem dirá o bem estar do animal.

              No entanto, foi no passado que se iniciaram as técnicas de contenção dos animais, e as descobertas começaram a mostrar que eles, quando bem casqueados e aprumados, tinham outro desempenho no trabalho e que, dificilmente, apresentavam problemas como mancar, desvios de aprumos, fadiga entre outros. Por volta da década de 90, o ferrageamento se insere em um novo conceito, onde o ferreiro se tornou requisitado pelas melhores cabañas, haras e fazendas de criação.

              O ferrageamento ou ferragem é a aplicação metódica de uma lâmina de ferro, alumínio ou aço presa por meio de cravos, na parte inferior do casco do equídeo, ou seja, borda palmar ou plantar, com o objetivo de proteger, curar ou corrigir o aprumo do pé.

              Muitos profissionais liberais realizam a tarefa de ferrar animais, mas nem sempre conhecem a técnica correta. Também não conhecem a anatomia do sistema de locomoção e sustentação dos equídeos. A falta de conhecimento técnico pode ocasionar problemas muito sérios, levando os criadores a terem grandes prejuízos.
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              Para se aplicar bem uma ferradura, é indispensável que o ferrador tenha conhecimento anatômico e funcional das partes locomotoras dos equídeos.
              Para se aplicar bem uma ferradura, é indispensável que o ferrador tenha conhecimento anatômico e funcional das partes locomotoras dos equídeos. O casco, embora pareça uma parte do corpo estática, sofre incessantes mudanças que, dependendo da raça, da idade, do serviço que o animal presta, podem se manifestar com maior ou menor intensidade.

              Com o objetivo de mostrar, de forma prática e de fácil compreensão, a anatomia e a fisiologia do pé do cavalo, para aprender a aparar corretamente o casco, a praticar o ferrageamento e/ou acompanhar de perto para mandar corrigir, se necessário, o ferrageamento de seu cavalo, o CPT – Centro de Produções Técnicas elaborou o curso “Aparação de Cascos, Correção de Aprumos e Ferrageamento de Cavalos”. No mesmo você receberá informações do professor Dr. Orlando Marcelo Vendramini, médico veterinário, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa, e da  mestre em zootecnia Patrícia Tristão Mendonça.

              No curso são abordados assuntos como: anatomia e fisiologia do pé; conformação dos pés; aprumos do pé; instalações; materiais e equipamentos da ferradoria; material de ferradoria; partes da ferradura; estudo dos cravos; exame dos pés; exame da ferradura velha; aparação dos cascos e correção de aprumos; contenção dos animais; a prática do ferrageamento; ferrageamento a quente e a frio; cravejando a ferradura; justuras; e ferraduras especiais.

              Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On-line de Viçosa, filiada mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.

              Contusões da sola ou da ranilha, ou corte nos bulbos dos talões podem deixar um cavalo inativo por muitos dias. Um desgaste excessivo da muralha nos cavalos não-ferrageados pode atingir a sola e até mesmo provocar rachaduras na parede do casco, abrindo portas para infecções sérias.

              Uma aparação incorreta dos cascos, um aprumo defeituoso, uma má-conformação do casco e/ou uma aplicação incorreta de ferraduras podem reduzir o rendimento, comprometer totalmente uma preparação para a qual o cavalo se destina e, às vezes, colocar em risco a própria vida do animal. O valor do cavalo está nas suas patas. A função do ferrageador é de aparar o casco e aplicar adequadamente a ferradura, sem alterar exageradamente as funções do pé.


              Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-criacaodecavalos/artigos/ferrageamento-realizado-otimiza-potencialidades-cavalo#ixzz2cilNaKrY

              TROCANDO A FERRADURA










              CASCOS CUIDADOS CONSTANTES


              CASCOS: CUIDADOS CONSTANTES NA BASE DO CAVALO GARANTEM SAÚDE E FUNÇÃO

              ferrandoscascosA boa conformação da pata é essencial para as atividades normais do cavalo. Não importa o quanto a conformação das outras partes seja boa, se a pata for fraca o cavalo não será um animal útil. 
              Há um ditado que diz: ” Sem ranilha não há pata – sem pata não há cavalo”. Para ter uma boa conformação, um cavalo deve ter uma conformação dos membros razoavelmente boa, visto que a pata reflete a má conformação dos membros. Existe muita variação na qualidade de estrutura das patas dos cavalos.
              A parede do casco deve ser espessa para suportar o peso do cavalo, ser resistente, flexível e possuir qualidades normais de crescimento. Deve ser mais espesas na pinça e adelgaçar-se gradualmente em direção aos talões, mostrar desgaste igual nos lados medial e lateral. A sola também deve ser espessa o suficiente para resistir a irregularidades do solo. Deve ser ligeiramente côncava de medial para lateral e da pinça para os talões. Não deve haver nenhum contato primário entre o solo e a sola, pois ela não é uma estrutura que suporta o peso. As barras devem apresentar bom tamanho e a ranilha dever ser grande e bem desenvolvida, com um bom sulco central, ter consistência e elasticidade normais e não apresentar umidade; deve dividir simetricamente a sola em duas partes e seu ápice deve apontar para o centro da pinça. A pata dianteira deve se circular e larga nos talões; o tamanho e a forma dos talões devem corresponder ao tamanho e a foram da pinça. A pata traseira deve apresentar uma aparência mais ponteaguda na pinça e a sola geralmente mais côncava que a dianteira.
              O eixo da pata, visto de frente e de perfil, é uma linha imaginária que passa através do centro da quartela. Esta linha deve dividir as falanges proximal e média em partes iguais. Visto de perfil, deve ser contínuo com o eixo da quartela e seguir o mesmo ângulo. O eixo normal das patas dianteiras deve ter um ângulo de 45° a 50°, a das traseiras de 50° a 55°.
              Uma pata nivelada indica que as paredes medial e lateral são do mesmo comprimento. Para determinar se uma pata está nivelada o membro deve ser seguro de modo que a superfície de contato com o solo possa ser vista ao longo do eixo longitudinal. Uma linha imaginária dividindo o eixo do osso da canela, boleto e quartela cortada por uma linha transversal que toque a superfície de contato com o solo de cada talão deve resultar em ângulos de 90° na intersecção. Uma pata nivelada indica que o animal está desgastando uniformemente o casco e o movimento da pata em suspensão deve descrever um arco normal e regular, com o cavalo tocando o chão uniformemente sobre toda a pata. Os talões devem arriscar logo antes da pinça e o centro do peso deve ser localizado na ponta da ranilha. Na pata normal, o casco atinge o pico do arco de suspensão quando passa pelo membro de apoio oposto.
              RECORTE DE CASCO NORMAL
              O recorte dos cascos deve ser realizado a cada quatro a cinco semanas e deve-se reposicionar as ferraduras dos animais que as utilizam também com a mesma freqüência.
              O objetivo da aparação é tornar o formato, o ângulo do eixo e o nível da pata tão próximos do normal quanto possível. No entanto uma aparação muito entusiástica que objetiva criar um eixo da pata perfeita é desaconselhada, pois qualquer alteração radical poder provocar alterações patológicas.
              O caso deve ser recortado de modo que a quartela e a pata fiquem com seus respectivos eixos formando uma linha contínua.
              O cavalo deve ser observado em repouso e em movimento , para melhor determinar os ângulos da pata mais adequados para cada animal. A finalidade deste exame é avaliar a forma da pata e da sua relação com o membro em repouso e em movimento. Além disso deve-se observar se a pata está equilibrada no eixo correto.
              Se for lembrado do que cada cavalo é um caso particular e possui a sua maneira própria de se locomover, que está diretamente relacionada a conformação, torna-se evidente que as práticas de recorte e ferraçào devem ser modificadas para se adaptarem a cada caso. Após a observação, a parte deve ser limpa com um limpador de cascos. As porções mortas da sola e ranilha devem ser cortadas com a rineta. Realiza-se apenas cortes superfi ciais, pois a ranilha normal e as camadas protetoras da sola não devem ser removidas. Mantendo-se em mente os ângulos adequados para este cavalo em particular, a parede do casco deve ser aparada com o torquês . Normalmente o recorte é iniciado em um talão e termina no outro, ou recortam-se os talões em direção a pinça.
              A parede normalmente deve ser aparada até o nível da ranilha, mas nunca além da sola. Deve-se estar bem atento ao ângulo da torquês, evitando que se criem irregularidades na superfície da parede do casco que se apoia no solo. As barras devem ser aparadas apenas até o nível da parede do casco na região dos talões e não removidas. Deve-se utilizar uma grosa para nivelar a superfície inferior da pata alisando-a após a aparação correta A grosa deve ser segura de modo plano e nivelado, para que não se rebaixe uma parede mais do que a outra. A abertura dos talões ou corta-se a parte larga da ranilha entre a barra e a própria ranilha, pode ser feita. O recorte da ranilha nesta região é necessário para que ela limpe a si mesma, o que auxilia na prevenção de infecções da mesma. As bordas externas da parede do casco devem ser grosadas em cunha até o limite externo da linha branca , nas paredes do casco mais grossas, para diminuir a probabilidade de fendas ou rachaduras da parede do casco.
              É também importante que se preste atenção ao comprimento da parede do casco. Esta distância medida auxiliará a manutenção do mesmo comprimento da pinça da pata oposta ou membros pélvicos.
              RECORTE CORRETIVO
              A aparação e a ferração corretivas são considerações importantes no tratamento das claudicações. Apesar de uma anormalidade no andar ou casco mal conformado poderem não ser a causa direta do problema, devem ser seriamente considerados como fatores contribuintes; se não forem reconhecidos, pode não se obter o benefício do tratamento. Apesar das práticas inadequadas da recorte e ferração poderem resultar em anormalidades na andadura, a maioria destas anormalidades são provavelmente devido à mal conformação do membro.
              Se um cavalo deve manter uma andadura normal, suas patas devem ser equilibradas e em alinhamento com o corpoquando deixam o solo. O ferrador deve entender a estrutura da pata e do membro do cavalo, além da açãodo membro e da pata em suspensão antes de poder aplicar medidas correticas bem sucedidas. Cada cavalo deve ser considerado individualmente, para selecionar-se o tipo de ferradura e procedimento de recorte que irão melhorar uma andadura defei-tuosa.Também é importante perceber-se que as andaduras defeituosas de cavalos adultos, raramente podem ser corrigidas totlmentes, mas é feitta uma tentativa em melhorá-las, alternando-as com os bons procedimentos de aparação e ferração. Com o tempo e a persistência estas modificações, podem permitir que o cavalo atinja seu pleno potencial.
              Na maioria dos casos, os cavalos com conformação e andadura falhas necessitam ter suas patas niveladas a cada aparação, mesmo quando estavam ferrados.
              Isto ocorre porque a distribuição de igual peso alteram a taxa de crescimento da parede do casco o suficiente para criar um desequilíbrio.
              As alterações radicais podem provar modificações patológicas no membro. No recorte corretivo a observação atenta da andadura e modo do cavalo se locomover dão as pistas necessárias para a correção do problema. Alguns defeitos, no entanto são tão graves que não podem ser corrigidos.
              As medidas corretivas devem se iniciar com o recorte dos cascos do potro aos dois meses de idade, realizados a cada duas semanas. Os defeitos podem ser corrigidos até os 20 meses de idade. As andaduras defeituosas dso cavalos adultos não podem ser corrigidas. Podem apenas ser modificadas e melhoradas.
              Na aparação corretiva,algumas vezes é desnecessário apenas rebaixar as regiões que cresceram demais como resultado de mal conformação. O objetivo do recorte corretivo é aparar o casco até que esteja nivelado em equilíbrio e com o eixo pata-quartela normal do cavalo.
              Alguns autores recomendam que se apare a pata do cavalo até que se apóie uniformemente no solo. Um cavalo aparado , muitas vezes, não possui uma pata nivelada. A teoria em se aparar um cavalo de modo que o desgaste sua pata ou ferradura uniformente é reduzir a concussão à pata.
              NIVELAMENTO
              Tornar a pinça regular e nivelar a pata dos cavalos jovens ajuda os mesmos a iniciarem os passos pelo meio da pinça. Observando-se o animal andar, pode-se determinar como a pata toca o solo. Se a pata for apoiada desigualmente , a regiào da pata que suporta mais peso quando a pata atinge o solo estará mais desgastada, enquantto as outras regiões da parede do casco estarão comprimidas devendo, portanto, ser rebaixadas. Qualquer porção da parede que comece a se abrir, separando-se, devido a mal conformação, deve ser grosada para fora da parede e aparada até o nível adequado. Se a parede é grosada no lado de fora, tende a tomar um formato mais normal.
              O veterinário, através de seu conhecimento da anatomia e fisiologia do membro,está bem qualificado, na maioria dos cascos, para recomendar o recorte e a ferração corretiva.
              O estudo dos principios básicos de recorte e ferração,além da aplicação das leis, normalmente indicam um método eficaz de correção.
              Apesar do veterinário estar bem qualificado para recomendar um tipo de correção, ele deve tentar estabelecer uma boa comunicação como ferrador.
              Pesquisa e textos: Ana Lúcia Teixeira

              segunda-feira, 5 de agosto de 2013

              UM ELOGIO E TANTO PARA MIM


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              o melhor trovador que já vi, depois do Gildo,com tdo respeito ao Estivalete.que tbm é um dos melhoress do RS.

              O Rei das Trovas! Vitor Hugo Medeiros Medeiros
              Apresentação na 4° festa da integração em pinhal da serra !!!
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              NAO VELEM A MAL ABRI O PC E VER ISTO DE CARA E O MAXIMO SO MEU POVO MESMO.